Espetáculo faz curta temporada no Teatro de Arena Eugênio Kusnet
Foto: Elizabete Guimarães
O ator, diretor e produtor mineiro Anselmo Bandeira chega a São Paulo para apresentar o monólogo “Solo”, em curta temporada, no Teatro de Arena. O texto escrito pelo próprio ator, com colaboração dramatúrgica da italiana Anita Mosca, reflete sobre a solidão no mundo contemporâneo e a urgência de falar sobre o tema. O artista investiga como lidar com esta condição cada vez mais presente no século XXI, atravessando, em cena, diferentes atmosferas, revelando facetas do estar solo: as cruéis, quando são impostas, e as libertadoras quando procuradas.
“Falar sobre solidão é urgente na nossa sociedade. ‘Solo’ traz à tona questões casuais e polêmicas que circundam aspectos íntimos e subjetivos dos indivíduos quando estão ou se sentem sozinhos”, diz Anselmo Bandeira.
“Falar sobre solidão é uma urgência da nossa sociedade, e isso precisa ser apontado nas escolas, teatros, cinemas, jornais, documentários, bem como nas salas de terapia”, completa.
Foto: Elizabete Guimarães
“Solo” é um projeto iniciado em 2015 e conta com a colaboração cênica e dramatúrgica da italiana Anita Mosca. A artista possui 25 anos de experiência em palcos de diversos países, atuando como atriz, diretora e dramaturga. As técnicas de improvisação com imagens, palavras, gestos e movimentos são complementares aos materiais textuais que compõem uma estrutura sensível e inovadora.
Anita destaca que “solo” em português e em italiano significa sozinho, mas pode significar, na linguagem teatral, um trabalho com um único ator ou atriz. “A partir dessa proposta do título, encontramos uma intenção comum e tentamos provocar um ao outro sobre a solidão, que pode ser escolhida, procurada ou imposta. E também como se vive essa condição e como a solidão muda a sua cor e a sua consistência”, conta.
“A ideia é que eu convide o público a vivenciar comigo, em cena, atmosferas da solidão, do estar só metafórica e fisicamente. Quero que cada um saia pensando na própria solidão, revivendo e reconstruindo, se reconhecendo”, aponta Anselmo.
Foto: Elizabete Guimarães
Este projeto é realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB) e apoio do Ministério da Cultura, do Governo Federal e do Governo de Minas Gerais/Secult-MG. O espetáculo tem apoio do PROGRAMA FUNARTE ABERTA 2026 – OCUPAÇÃO DOS ESPAÇOS CULTURAIS DA FUNARTE
.Ficha Técnica:
Realização: doispontos: Plataforma Artística
Direção e atuação: Anselmo Bandeira
Colaborações artístico-cênicas: Anita Mosca e Carolina Cândido
Colaboração dramatúrgica: Anita Mosca
Iluminação: Gabriel Corrêa
Operação de Luz: Ismael Soares
Trilha Sonora: Anselmo Bandeira e Gabriel Ventura
Composição e Violão: Gabriel Ventura
Música Eletrônica: João Gabriel Morais Passos (DJ Bill)
Operação de Som: Camila Felix
Figurino: Thiago Helmer
Comunicação: Anselmo Bandeira
Identidade Visual: Carolina Cândido - CÂ Design
Assessoria de Imprensa: Ofício das Letras - Adriana Monteiro
Produtor: Tiago Leão
Assistente de Produção: Guilherme Conrado
Social Media: Tadeu Ramos | Canal Tadeu Ramos
Tráfego Pago: Dona Sinhá Produções - André Hã
Acessibilidade (Audiodescrição e Libras): Incluir Pela Arte - Vanessa Bruna
Fotos e Vídeos: André Rodrigues e Elizabete Guimarães
Gestão de Projeto: Patrícia Vieira e Anselmo Bandeira
Agradecimentos: Isabela Arvelos, Vitória Fonseca, Ana Prado, Claudete Bandeira e Maria José do Prado.
Sobre Anselmo Bandeira
Foto: Elizabete Guimarães
Iniciou seu trabalho e pesquisa como ator em 2006. Estreou como produtor em 2012 e como diretor em 2015. Já apresentou espetáculos em Belo Horizonte, Niterói e Ouro Preto. É graduado em Teatro pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Suas vivências artísticas atravessam obras, experiências e pesquisas de Zé Celso Martinez Corrêa, Elvécio Guimarães, Anderson Aníbal, Bya Braga, Mônica Alvarenga e com a Companhia Duplô (RJ) dirigida por Gabriela Linhares, da qual é colaborador e pesquisador.
Sobre Anita Mosca
Desde que iniciou sua carreira como atriz, em 1993, e como diretora e dramaturga, em 2004, desenvolveu vários trabalhos profissionais, acumulando experiência internacional e premiações. Já apresentou seus espetáculos na Itália, Espanha, Suíça, Líbano, Jordânia, Cuba, Argentina e Brasil.
Atualmente, é membro integrante do Grupo de Tradução de Teatro (GTT) vinculado ao CNPq, com sede na Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (FALE-UFMG). Além de ser parceira do seu objeto de pesquisa, Enzo Moscato, e sua companhia teatral na Itália.
Sobre Carolina Cândido
É uma multiartista mineira, atriz, diretora e criadora visual. “[...] ela veio anos depois da estreia do espetáculo, eu estava num estado diferente e precisava que o espetáculo amadurecesse junto comigo”, inicia o diretor, “e como em todos os meus processos, inclusive deste espetáculo, um olhar criativo diferente do meu, mas confidente e parceiro, como está sendo a presença da Carol trouxe nova vida para a obra”. Carolina acompanha a obra atualmente, mantendo uma rotina de provocações cênicas e de interpretação.
SOLO
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Temporada: De 29 de abril a 10 de maio
Horário: Quarta a Sexta, às 20h | Sábados, às 18h | Domingos, às 17h
Local: Rua Dr. Teodoro Baima, 94 - Vila Buarque
Ingressos Antecipados: R$20,00 (inteira) | R$10,00 (meia)* |
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Duração: 50 min
Classificação: 16 anos
- *Ingressos promocionais: Nas 24 horas que antecedem cada apresentação, os ingressos terão virada de lote.
- Dia 01 de maio, às 20h* Audiodescrição e Libras
- Dia 08 de maio, às 20h* (Libras) - Haverá bate-papo após o espetáculo.
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